Carla Diaz celebra volta de ‘O Clone’ e relembra Khadija: ‘Inshallah é tão marcante que tatuei em mim’

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Quem está na faixa dos 30 anos deve se lembrar do famoso bordão “Inshalá, muito ouro!”, dito pela pequena Khadija, interpretada por Carla Diaz em O Clone. A atriz só tinha 10 anos quando recebeu de Glória Perez o convite para viver a filha de Jade, Giovanna Antonelli, na novela que foi um sucesso e, relembra com muitas saudades daquela época:

“Tenho muitas lembranças boas das gravações. O trabalho era uma brincadeira. Amava demais, tanto que sigo nessa profissão. Sou muito grata a Glória Perez por ter me dado essa personagem. O Clone foi a primeira novela que eu fiz laboratório, que aprendi a estudar, pesquisar, fiz dança do ventre, idioma. Espero que os fãs aproveitem essa oportunidade para rever a novela, que é linda e muito emocionante”

O papel ficou tão marcado em sua carreira e coração, que ela, em 2017, resolveu tatuar a expressão Inshallah na costela:

“As pessoas falam muito o Inshalá. Acho que eu vou ter 90 anos e ainda vão falar (risos). Foi uma personagem muito marcante, com uma novela mostrando uma cultura diferente, que era a árabe. Marcou muitas pessoas, porque sempre tem alguém que comenta sobre a novela comigo. Gente, como passou rápido o tempo, né?! São 19 anos já.”

“O Inshalá é tão marcante que eu tatuei em mim, na costela. É uma expressão muito bonita, que significa: Se Deus quiser”.

Carla relembra o carinho dos fãs desde aquela época.

“Fiz alguns trabalhos bem marcantes na minha infância, que marcaram uma geração, né?! Sinto que o pessoal tem um carinho enorme, adoro esse contato. O que mais escuto é que continuo com o mesmo rosto (risos). Que bom, porque acabei de fazer 29 anos”, brinca.

Viver a filha de Jade, no início da carreira, foi um privilégio:

“Ela sempre foi muito atenciosa, carinhosa. Giovanna tinha uma preocupação de estar contracenando mesmo comigo, apesar da minha pouca idade. Ela é uma artista que respeita muito o ofício e o colega de cena. A gente teve um sintonia de cara.”

Em A Força do Querer, na pele de Carine, ela teve a oportunidade de reviver sua personagem ao usar, durante um diálogo, a expressão “Arder no Mármore do inferno”, muito famosa em O Clone:

“Ali foi uma personagem bem diferente e muito desafiadora. Mais um presentão que tenho que agradecer a Glória. Carine era um furacão e ela tinha noção do estrago que causava por onde passava. A expressão eu vejo mais como uma homenagem a essa minha relação com a trama da Gloria, que foi muito marcante e especial.”

Animada, ela não vê a hora de se ver novamente nas telinhas e comemora poder viver de seu ofício:

“Acho que vou me divertir bastante revendo. Tem pessoas que não curtem e tal, mas eu não ligo para isso. Acho interessante ver o quanto que vivi, aprendi e amadureci. São muitos e muitos anos de carreira já. Mas não sou nostálgica.”

“Vivi tão intensamente aquela fase, a minha infância e aproveitei muito. Sou de aproveitar, de viver o meu presente. O sentimento maior é de orgulho da minha trajetória, das minhas escolhas. Fico muito feliz de saber que cheguei aqui vivendo de arte. Isso é um privilégio. Faço o que amo”.

Rádio Cantagalo FM – Fonte – G1

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